Tejuçuoca! Mãe de bebê conta como foi o sofrimento em dá á luz dentro da ambulância.

Em entrevista a mulher conta tudo como aconteceu, o que sofreu no momento de muitas dores na hora parto! Já o esposo conta tudo, disse que foi mau atendido, sem informações onde sua esposa se encontrava, após ser transferida, foram momentos de aflição para o casal e toda a família.

Na manhã de sexta-feira (27/01) o repórter deste informativo Rogilson Brandão, esteve no Hospital Dr. Valdemar de Alcântara em Messejana Fortaleza, acompanhando o senhor Francisco Ribamar Teixeira Pinto, esposo da senhora Antônia Valdenira Santos Moura, a mulher que deu a luz a um bebê dentro da ambulância quando estava a caminho de Tejucuoca para a maternidade em Caucaia. O fato aconteceu na quarta-feira passada (25/01), por volta de 1:30min da madrugada.
Este caso ganhou repercussão ainda mais porque a paciente foi conduzida sem uma enfermeira acompanhando, a mulher viajava sozinha com o motorista.

Segundo informações da mãe, apos o parto o bebê teve convulsão no hospital Santa Terezinha em Caucaia, mas devido à maternidade não obter todos os aparelhos compatíveis, e ainda na madrugada o bebê foi transferido para o Hospital Dr. Valdemar de Alcântara em Messejana, a mãe só foi comunicada e também transferida para perto da filha ao meio dia, o bebê ficou internado na UTI de Médio-risco
A mãe da criança retornou para casa nesta quarta-feira e retorna na próxima segunda-feira.
 Saiba como tudo aconteceu, ouvindo a entrevista, clicando no linke abaixo.

TOTAL IRREGULARIDADE - FIQUE SABENDO!!!
Você sabia que todo paciente para ser feito a remoção de um hospital para outro, é lei que na ambulância tenha  uma enfermeira acompanhando o pacientes independente de seu estado clínico.
Veja a Resolução COFEN  nº 379/2011 de 16 de junho de 2011, diz que é necessária a readequação dos serviços e também diz um detalhe da resolução, que passa despercebido pelos leitores, é que ela não se trata apenas do atendimento pré-hospitalar ou resgate. A resolução diz claramente (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao atendimento.
Ou seja, a simples remoção de um hospital para outro deverá ser feita com a presença do enfermeiro independente do estado clínico da pessoa transportada. Isto implica no funcionamento de todo o sistema de saúde público e privado. 
Rogilson Brandão

Rogilson Brandão

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