"Não há o que questionar", afirma Cármen Lúcia após Temer se posicionar sobre Abin.

Segunda – feira dia 12.06.2017
Após Michel Temer negar ter mandado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) investigar a vida do ministro Edson Fachin, relator do inquérito contra ele no Supremo Tribunal Federal, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, disse nesta segunda-feira (12), através de sua assessoria de imprensa, que "não há o que questionar" quanto à palavra do presidente da República. 
Neste domingo, Cármen defendeu a apuração de suposta devassa contra o ministro Edson Fachin. "É inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes", afirmou em nota oficial.
Mesmo sem citar o nome do ministro Fachin ou da Abin, Cármen Lúcia disse que tal prática é "própria de ditaduras", "absolutamente inaceitável numa República democrática" e "tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente".

A nota da ministra foi uma reação à notícia veiculada pela revista Veja de que a Abin, a pedido do governo Temer, estaria investigando a vida do ministro Fachin.

Fonte: Diário do Nordeste


Rogilson Brandão

Rogilson Brandão

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